Operação da PF28/02/2014 | 19h32Atualizada em 28/02/2014 | 20h51

Catarinense é preso com carga de 300 quilos de cocaína e crack em São Paulo

Rodrigo Poleto foi preso dentro do galpão de escola de samba

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Catarinense é preso com carga de 300 quilos de cocaína e crack em São Paulo Divulgação/Polícia Federal
Prisões aconteceram quando carregamento era descarregado. Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, em São Paulo, na madrugada desta sexta-feira, um catarinense com um carregamento de 300 quilos de drogas, entre cocaína e crack. Os entorpecentes estavam sendo descarregados em um galpão utilizado por uma escola de samba quando houve a ação policial. Outras cinco pessoas foram presas.

Natural de Florianópolis e filho de família de classe média alta, Rodrigo Poleto, mais conhecido como Digo, foi seguido por policiais da Divisão de Repressão a Entorpecentes da PF de São Paulo a partir de seu desembarque no aeroporto de Congonhas, quinta-feira.

Poleto chegou à capital paulista em voo comercial que partiu de Florianópolis. No aeroporto, foi recebido por outro homem, preso na mesma operação. Os dois deixaram Congonhas em uma caminhonete.

Segundo os agentes, Poleto foi a São Paulo buscar o carregamento de drogas. A caminhonete se deslocou por vários locais, o que levou os federais a acreditarem que a intenção da dupla era despistá-los. Primeiro, foram até o estacionamento de um grande supermercado de Osasco, região metropolitana de São Paulo, onde fizeram contato com um motorista de um caminhão frigorífico.

O caminhão, escoltado pela caminhonete, seguiu até o bairro Barra Funda e parou diante de um galpão usado pela escola de samba Torcida Unificada do Palmeiras (TUP). Outros dois homens em dois carros aguardavam o caminhão e a escolta na porta do galpão. Quando o portão foi aberto, os quatro veículos entraram.

Minutos depois, os federais invadiram o local. Seis pessoas foram presas em flagrante descarregando a cocaína e o crack do caminhão. 

O carregamento de 300 quilos estava escondido em um fundo falso no assoalho do caminhão frigorífico.


De acordo com a Polícia Federal, os envolvidos responderão por tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas podem atingir até 25 anos de reclusão. As prisões e a apreensão do carregamento de drogas em São Paulo surgiram a partir de denúncia anônima feita à Polícia Federal daquele Estado.

Segundo o site da Folha de S.Paulo, o presidente da escola TUP, Ricardo Boehlert, afirmou que não sabe a procedência da droga e que o local costuma ficar aberto, sem controle de quem entra e sai.

Contraponto:

O DC ainda não conseguiu contatar a defesa do preso. A reportagem telefonou para a família de Rodrigo Poleto nesta sexta-feira para ouvir a defesa dele ou contatar algum advogado. Oito ligações foram feitas, todas sem sucesso.

 

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