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Paralisação das polícias10/02/2012 | 11h45Atualizada em 10/02/2012 | 11h45

Justiça Militar determina prisão de 11 líderes da greve dos policiais e bombeiros no Rio

Porta-voz da PM garante que os serviços estão mantidos e que os comandantes estão em todas unidades

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A Justiça Militar expediu nesta sexta-feira mandados de prisão contra 11 líderes da greve dos policiais e bombeiros do Rio de Janeiro, iniciada nesta manhã. O porta-voz da Polícia Militar (PM), coronel Frederico Caldas, informou que os serviços estão mantidos e os comandantes estão presentes em todas as unidades.

— Montamos um gabinete de gestão e todas as viaturas estão sendo monitoradas. Estamos com um reforço do Batalhão de Choque (Bope) para dar uma sensação de segurança maior — informou o coronel, que garantiu que a greve não teve adesão em nenhuma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

O porta-voz da PM também descartou a necessidade de reforço por parte das Forças Armadas no Rio de Janeiro. Os grevistas querem a liberdade do cabo Benevenuto Daciolo, preso na última quarta-feira acusado de crime militar, e piso salarial de R$ 3,5 mil, além de benefícios como vale-transporte e tíquete-refeição.

Na quinta-feira, a Assembleia Legislativa do Rio aprovou aumento de 39% nos salários das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e de agentes penitenciários até fevereiro de 2013, mas o texto final pode sofrer alterações.

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