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27/07/2010 | 13h46

Renan diz que vai manter os pés no chão no Avaí após convocação para a Seleção

Goleiro afirmou que não esperava o chamado neste momento

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Renan diz que vai manter os pés no chão no Avaí após convocação para a Seleção Flávio Neves/
Renan quer mostrar serviço para o técnico Mano Menezes Foto: Flávio Neves

Na última segunda-feira, dia 26, logo após o anúncio da convocação para a Seleção Brasileira, o goleiro Renan concedeu uma entrevista coletiva no Avaí. O atleta de 19 anos defenderá o time canarinho em amistoso contra os EUA no próximo dia 10 de agosto, em Nova Jérsei.

>>> Assista ao vídeo com a entrevista coletiva de Renan

Surpreso pela lembrança de Mano Menezes, Renan falou sobre a emoção de defender o Brasil pela primeira vez e outros assuntos relacionados à convocação.

A convocação

— Fico feliz por ter sido chamado para a Seleção principal e agradeço a Deus, em primeiro lugar, por essa oportunidade. Depois, à minha família e ao clube, que sempre me apoiou e nunca fechou as postar, mesmo nos momentos mais difíceis.

O susto

— Quando você é convocado para uma Seleção Brasileira, passa um filme na sua cabeça, uma história. Desde quando comecei nas escolinhas de São João Batitas até a minha chegada ao Avaí, nunca desisti dos meus sonhos. Aprendi com o meu pai a ir atrás dos meus objetivos.

O futuro

— Agora é levantar a cabeça e continuar o trabalho no Avaí. Amanhã (terça-feira) já tenho treino aqui e não é porque fui convocado para a Seleção que deixarei de fazer o meu trabalho. É claro que a gente sente um gostinho diferente, mas quero trabalhar forte para dar muitas alegrias ao torcedor. Quero manter os pés no chão, trabalhar, ter uma vida mais reservada. O Renan que vai buscar o seu espaço na Seleção não será diferente.

Expectativa

— Preparado eu estou, mas confesso que não esperava pela convocação neste momento. O que eu sei é que nada vem sem trabalho. Vou precisar mostrar isso

Treinador

— Nunca tive oportunidade de jogar contra algum time treinado pelo Mano Menezes e também nunca conversei com ele. Mas o mais importante é dar valor a quem me ajudou a atingir esse objetivo. O Sandro (Daros, preparador de goleiros) foi um cara excepcional. Nunca deixou eu baixar a cabeça e sempre me incentivou.

DIÁRIO CATARINENSE

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