Hoje, o jejum do atacante dura cinco partidas. Em sete nesta temporada, ele acumula apenas aquele gol no Paulistão. E, por isso, espera voltar a se encontrar com as redes no duelo desta quarta-feira pela Libertadores, contra o Cerro Porteño, no Defensores del Chaco.
– Qualquer hora é hora para fazer gol. Mas espero que seja amanhã (quarta). O importante é que todos os jogadores se apresentem na hora em que for preciso, porque estarei sempre mais vigiado, por dois ou três zagueiros – ressaltou à Rádio Globo.
A primeira - e única - vez em que ele ficou tantos jogos sem marcar pelo Timão foi no fim do primeiro semestre do ano passado, quando também passou em branco em cinco confrontos (três pela Copa do Brasil e dois pelo Brasileirão). O fim do tabu, aliás, foi em grande estilo, ao marcar no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, findando um período de 41 dias sem balançar redes rivais.
Na carreira, o maior jejum dele ocorreu na temporada de 2004, pelo Real Madrid. Foram seis confrontos pelo clube espanhol, além de um amistoso e uma partida pela Eliminatória, com a camisa da Seleção.
– Lembro-me de uma vez também que fiquei sete jogos sem marcar no Barcelona. É assim, tem fases em que a bola não entra. Mas, no último jogo, já foi bem melhor. Uma hora vai sair... Sempre saiu, né – afirmou o atacante.
– Tem outras coisas que me incomodam muito mais – finalizou.









