O major Aylon Júnior, comandante da 17ª Companhia de Senador Canedo e responsável pela segurança dos jogos na cidade, culpou os funcionários do Estádio Plínio José de Souza pelo incidente na partida entre Canedense e Vila Nova.
– Não foi um problema de segurança, foi um problema de acesso a áreas privadas do estádio, onde os torcedores não poderiam ter entrado. Por isso, os responsáveis são os próprios funcionários do estádio – disse.
O árbitro da partida Olivaldo Pereira relatou na súmula a invasão do motorista e de um dirigente no intervalo da partida para xingar o árbitro e reclamar de uma expulsão, que ocorreu ao fim do primeiro tempo.
Sobre a bomba que foi atirada em campo e acabou ferindo o lateral Marcelo, do Vila Nova, o major explicou que o artefato pode sim ter sido atirado por um membro da Polícia Militar.
– A investigação sobre o acidente está em curso. A bomba pode ter sido atirada por qualquer um, até mesmo por um policial do nosso grupamento – afirmou Aylon, lembrando que os policiais não podem carregar bombas.
Segundo o major, a diretoria da Canedense, se comprometeu a controlar com mais rigor o acesso às áreas restritas do estádio em dias de jogos.
O goleiro Max, bem como, os outros envolvidos na confusão devem ser convocados para depor pela polícia federa, que agora é responsável pela investigação.









