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26/01/2010 | 14h40

Dançarina cubana pode ter sido pivô do incidente com Cabañas

Procurador conversou com bailarina que aparece ao lado dos supostos criminos

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Dançarina cubana pode ter sido pivô do incidente com Cabañas Jorge Saenz, AP/
Cabañas levou um tiro na cabeça em bar na Cidade do México Foto: Jorge Saenz, AP
Miguel Angél Mancera, procurador de justiça do México, indicou que uma das hipóteses investigadas sobre a agressão ao jogador paraguaio Cabañas, que levou um tiro na cabeça em um bar na Cidade do México, levam a uma briga por causa de uma dançarina cubana.

Em entrevista ao jornal Primeiras Notícias, o procurador revelou que a mulher que aparece ao lado de um dos agressores no vídeo gravado pelas câmeras do bar, contou detalhes sobre a noite em que o paraguaio levou um tiro na cabeça.

A cubana confirmou que foi convidada a sentar com o suposto autor do crime e seus amigos. A mesa estava próxima à de Cabañas, que estava acompanhado da esposa e do cunhado. A bailaria teria conversado com o cunhado do jogador, o que pode ter causado a ira dos que estavam na mesa vizinha.

– Pode ter acontecido um ato de raiva, nojo ou reclamação – contou o procurador.

Miguel Mancera divulgou que o nome de um dos envolvidos foi revelado pela cubana: José J. Balderas Garza é conhecido como JJ ou El Modelo.

O responsável pelo caso ainda sabe pouco sobre JJ. A única informação é a de que se trata de um empresário e que os empregados o reconhecem e dizem que ele costuma aparecer há dois anos no bar, sempre uma vez por mês.

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