Desde que o jogador manifestou publicamente o desejo de vestir novamente a camisa do Tricolor, a Roma (ITA), clube ao qual é vinculado, se transformou na única vilã da história. Os dirigentes, irritados com as declarações de Cicinho, chegaram a multá-lo.
O período do empréstimo era outro obstáculo. Enquanto o São Paulo deseja ter o lateral-direito até dezembro, a Roma cogitou emprestar até a Copa do Mundo da África do Sul, que terá início no dia 11 de junho. A proposta foi descartada pelos são-paulinos.
Porém, enquanto os clubes podem chegar a um meio-termo, como um vínculo até agosto, mês da final da Libertadores e da pré-temporada na Europa, Cicinho já recebeu mais de uma oferta salarial.
Ele e seu empresário, Ricardo Sarti, não querem uma redução brusca em relação ao que a Roma paga. O clube italiano, em dificuldades financeiras, não veria problemas em se livrar desse salário.
A demora no acerto já irritou membros da comissão técnica e da diretoria são-paulinas. No entanto, preocupado com os recentes fracassos em contratações para a posição (casos de Joilson, Éder, Jancarlos e Wagner Diniz, por exemplo), Juvenal Juvêncio faz questão de contar com seu ex-camisa 2. Mas também vai depender de Cicinho.









