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01/12/2009 | 19h20

Declaração dos Direitos da Criança: a turminha muito especial de Giovani

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Declaração dos Direitos da Criança: a turminha muito especial de Giovani Dc na sala de aula/
Giovani (com a bola) é aluno da Escola Básica Comendador Rocha Foto: Dc na sala de aula
Uma turma de garotos entre 11 e 14 anos que estuda na Escola de Educação Básica Comendador Rocha, em Laguna, no Sul do Estado, coloca em prática a Declaração Universal dos Direitos da Criança todos os dias. Especialmente o artigo que prevê a crianças com alguma difi culdade o direito de receber cuidados

especiais. Eles dão uma aula de cidadania ao tratar com todo respeito o amigo Giovani Pavanati, 12 anos, portador de defi ciência auditiva.

Desde os cinco anos, Giovani usa aparelhos para ouvir melhor, mas às vezes ele nem se "estressa" com isso. Afinal, tem amigos de sobra para lhe ajudar na sala de aula.

— Quando a professora diz algo que ele não consegue ouvir, sempre tem alguém por perto para cutucar ou falar um pouco mais alto — diz Vanderson Oliveira, 14 anos, um dos vários amigos da turminha barulhenta e solidária de Giovani.

O garoto fala pouco. A economia nas palavras não se deve apenas ao problema auditivo, mas à timidez. Ele conta que ter tantos amigos é a melhor coisa que poderia acontecer.

— Gosto muito deles, pois sempre me ajudam na sala de aula e depois sempre jogamos futebol — conta.

E assim Giovani tem uma vida divertida na escola. O mais importante de tudo é que seus amigos jamais fizeram algum tipo de comentário ou brincadeira maldosos.

— Sempre respeitamos — resume o amigo Samuel Francisco, 11 anos.

Para a diretora Adir Damázio Schede, as instituições de ensino convencionais evoluíram no aspecto de saber valorizar crianças como Giovani. Segundo ela, a questão da igualdade passou a ser melhor trabalhada e discutida com a devida importância nos últimos 10 anos.

— A sociedade aprendeu a ver a realidade como ela é, pois um aluno com suas dificuldades mentais e físicas é igual aos demais. As escolas também foram se adaptando estruturalmente com banheiros especiais e rampas para deficientes físicos.

Para a diretora, é fundamental o acompanhamento de alunos especiais pelos chamados "professor dois", que atuam em sala de aula.

Comentar esta matéria Comentários (3)

antonio luiz dos santos aurelio

ei eu estudo nessa escola e no ano passado eu tava na sala do Giovane mais não to na foto porqueeu tava na outra quadra

22/05/2010 | 10h24 Denunciar

Rosana fernandes da Silva

Que Deus abençoe a todos os anjos da Guarda e continue este Trababalho Maravilhoso e que favorece a quem presica ,o importante que todos ser seja qualquer deficiencia que ele possar ter,ele presica de apoio e não de critica. sentir seguro e seja tratado como qualquer pessoa normai,sentir amado,étudo crescem e aprende muito mais.

01/02/2010 | 01h33 Denunciar

Rosana fernandes da Silva

Eu estudei neste colegio no ano 78 e e fui até a 8 seríe, mais antigamente não era como hoje há muito recurso e ajuda, além de ter voluntario e amigos como tudo favorece a quem presica de qualquer problema que a pessoa tem, no meu tempo passei muita dificuldade de aprendizado pois eu tinha problema de audição e não tinha recurso e facilidade de conseguir acompanhar o ensinamento foi realmente duro pois sempre sentia muito só e ficava um pouco isolada de todo mundo, eu era tratada como uma pessoa burra pois não conseguia acompanha a materia pois o prof. falava de costa e então não escutava e tbem muito numca souberam o meu problema, mais graça a Deus eu conseguir passando, hoje eu terminei,

01/02/2010 | 01h20 Denunciar

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