O Joinville volta aos treinos nesta segunda para definir a equipe que enfrenta o Avaí na terça, em Florianópolis, pela segunda rodada do quadrangular do Campeonato Catarinense. O técnico Gelson da Silva tem uma esperança e uma preocupação. A boa expectativa é que talvez tenha à disposição o meia William, que não jogou o returno devido a uma lesão na coxa.
Depois do empate do JEC com o Criciúma, por 1 a 1, no sábado à noite, na Arena, William disse estar praticamente recuperado e quer estar à disposição de Gelson na próxima rodada.
A preocupação é com Ricardo Oliveira, que se machucou ao dividir com o atacante Kempes, no lance que resultou no gol do Criciúma. O volante passará por avaliação. A primeira rodada do quadrangular não alterou a posição das equipes. Os dois empates por 1 a 1 entre JEC x Criciúma e Chapecoense x Avaí mantiveram o Tigre e o Leão na liderança, porque entraram com um ponto por terem vencido turno e returno. JEC e Chapecoense têm um ponto cada.
Para Gelson da Silva, o JEC perdeu a chance de reagir após quatro jogos sem vitória, mas não conseguiu.
— Vínhamos de resultados ruins e o lado emocional está abalado. Como a partir de agora é uma nova competição, era a chance de reiniciar bem — avalia.
Para o treinador, o Joinville teria plenas condições de ganhar a partida se repetisse, na volta do intervalo, o bom desempenho no primeiro tempo. Mas o gol de Kempes, aos três minutos do segundo tempo, somado à contusão do meia Ricardo Oliveira, mudaram os planos.
— Tive que trocar um jogador e mudar o esquema tático numa situação ruim. Tenho certeza de que se tivéssemos saído na frente, teríamos vencido.
Agora, o tricolor tem a obrigação de buscar pontos fora de casa. As próximas duas rodadas serão longe da Arena, e voltar sem pelo menos três pontos conquistados é praticamente dar adeus à busca pela vaga na final e até mesmo à série D do Campeonato Brasileiro.
— É o momento do grupo acertar. Nesse momento, quanto menos errar, melhor.










