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Manezinho 14/01/2014 | 19h28

Florianópolis ganha versão do "rolezinho"

Alunos e ex-alunos da UFSC e da UDESC criaram encontro para discutir movimento que surgiu em SP

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Florianópolis vai ganhar sua versão do "rolezinho", encontro marcado pela internet por adolescentes e que tem causado polêmica no país. Esses encontros de jovens pobres, a maioria negros, querendo se divertir, namorar no shopping, sem violência, começou em São Paulo, em dezembro passado.

Resultou em repressão policial e decisão judicial permitindo triagem de clientes em seis shoppings da capital paulista. Essa reação tem sido chamada de Apartheid de shopping nas redes sociais. Grupos de diversas cidades tem organizado "rolezinhos" em apoio aos jovens de São Paulo.

O "rolezinho" local está marcado para o próximo dia 26, entre 16h e 22h, no Shopping Iguatemi. Até as 19h24min desta terça-feira (14), 199 pessoas confirmaram presença e 45 reponderam talvez, na página do Facebook, Rolezinho Iguatemi.

A ideia surgiu nesta segunda, no grupo de Facebook da UFSC com alunos e ex-alunos da universidade e também da Udesc.

— Veio de umas brincadeiras no grupo, sobre o movimento e surgiram piadas sobre isso com os shoppings daqui. Fiquei curioso para ver quantas pessoas se interessariam se um evento fosse criado — disse o idealizador do Rolezinho Iguatemi, que preferiu ficar no anonimato.

Ele conta que a ideia é discutir o que está acontecendo e ter um espaço para as pessoas darem sua opinião sobre shoppings regulamentarem regras de quem entra ou não.

— Não tenho intenção de dar apoio para qualquer lado ou movimento. Sou contra roubos e violência que eventualmente ocorrem nesses movimentos, e a favor do pessoal da favela se reunir e aproveitar os mesmos espaços de qualquer grupo de classe média e alta — disse o ex-aluno da Udesc.

Ele contou que escolheu o Iguatemi porque gosta do espaço e mora perto.

— Não quero prejudicar o shopping de modo algum e nem acho que vai. Até o dia 26 o povo vai ter esquecido —.

Comentar esta matéria Comentários (20)

Josley da Costa

Lamentável a forma como foi escrita a matéria. Há muito para aprender escritora!

15/01/2014 | 17h22 Denunciar

Adriano Luis

Que tal discutir o patrulhamento sobre os cotistas na UFSC ?

15/01/2014 | 17h18 Denunciar

FERNANDO ANTONIO

o primeiro parágrafo já mostra que se trata de um texto tendencioso. provavelmente a estagiária que o redigiu ainda não aprendeu na faculdade que se deve ser imparcial ao noticiar fatos.

15/01/2014 | 13h57 Denunciar

Mara

O criador do evento, que nem se identificou, tamanha sua falta de senso crítico,sequer considerou as consequências do seu ato. A maioria já faz apenas "rolezinhos" e me incluo nessa turma que às vezez vai lá pra tomar um café. Ninguém é impedido disso! De bobeira ele pode causar um grande dano socia

15/01/2014 | 11h56 Denunciar

Luciano

Este país sofre do mal incurável da inversão de valores.Os resultados desta baderna em SP foram pessoas assustadas em um ambiente que deveria ser seguro, diante de desocupados que depredaram, saquearam e roubaram. Agora um imbecil que se diz universitário, acha engraçado fazer isto aqui...

15/01/2014 | 10h56 Denunciar

Alexandre

É isso que estes malacos da UFSC(ala bicho grilo) fazem com nosso suado imposto, organizam badernas.Estudar ou prestar serviço para a sociedade, conforme citado pelo Paulo, nem pensar. QQer um pode frequentar um shoping o que não pode é fazer bagunça e assaltos como em SP.

15/01/2014 | 09h26 Denunciar

José Luis

Esse é o Brasil da "Era PT". Romantização dos bandidos, glorificação sociológica de malandros. Quem quer ser alguém, quem quer viver em paz, estudar e trabalhar tem que SAIR desse país, e ir morar em qualquer lugar.

15/01/2014 | 08h33 Denunciar

Alex

A policia tem que estar lá na hora e baixar o cacete nessa vagabundagem.

15/01/2014 | 07h28 Denunciar

Aluno

Shopping é patrimônio privado, podem barrar quem quiser a hora que quiser. É só marcar o rolezinnho na prefeitura, na câmara, no fórum ou quem sabe na Alesc... sera que a tropa de choque vai aparecer?

14/01/2014 | 23h13 Denunciar

Frederico

Estas pessoas deveriam era dar um "rolezinho" no Hospital Celso Ramos e verificar o caos em que o mesmo se encontra. Subir os morros da Capital e constatar a situação precária em que vivem muitas pessoas. E a partir daí, sim, discutir e exigir do poder público uma solução para estes problemas.

14/01/2014 | 23h09 Denunciar

Rafael

Prezada Gabriela Rovai, qualquer um pode ir para um shopping namorar e se divertir. Não é preciso marcar um "rolezinho" para fazer isto. Marcar um encontro para milhares de pessoas ocuparem um espaço onde isto não é esperado não tem nada de corriqueiro e nem se pode garantir que seja seguro.

14/01/2014 | 21h30 Denunciar

Fábio Humberto

É isso aí, João Carlos. O que me assusta é a rapidez com que o judiciário ouve, analisa e decide reprimir casais que querem passear no shopping. Fazem isso baseado em qual legislação? O crack rola solto na via expressa e mesma velocidade não se observa...

14/01/2014 | 21h23 Denunciar

Paulo

Por que esses jovens universitários não se organizam para subir os morros da capital e das áreas periféricas da GFLO para dar um "rolezinho" e ajudar com reforço escolar, educação física, aulas de música e outra formas de promover a inclusão e igualdade? Movimentem-se de verdade estudantes da UFSC!

14/01/2014 | 21h15 Denunciar

Lucia

Por favor, né, isso é a coisa mais ridícula que já inventaram. Para que marcar encontro nos shoppings grupos que nunca se viram na vida. Espero que a PM esteja lá e acabe com essa palhaçada.

14/01/2014 | 21h13 Denunciar

RODRIGO AUGUSTO ESPINDOLA

ROLÉS EM SHOPPING: agitação muito bem planejada que utiliza, como utilizam os black blocs, passe livre e congêneres, as redes sociais, principalmente o Facebook. O ponto crucial desse movimento esquerdista tem como foco o exercício da pedagogia da luta de classes. http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/01/nova-fase-de-agitacao-comunista-do-pt.html?spref=fb

14/01/2014 | 21h03 Denunciar

gilmar

Um bando de desocupados,esperando apenas uma pequena brecha para poderem fazer baderna e vandalismo.Existem um monte de projetos sociais nos quais podem participar ou até mesmo criarem..Pergunta se eles tem interesse?Anarquia é a religião destes mente fraca!

14/01/2014 | 20h40 Denunciar

DE OLHO

ISSO É PROMOVIDO POR BLOCKS COM INTENÇÃO DE FACILITAR CONTROLE NA INTERNET, O GOVERNO QUE VER COMO FARÁ PARA CONTROLAR AS MANIFESTAÇÕES POR VIR.

14/01/2014 | 20h34 Denunciar

joão carlos

Desde quando a entrada em shopping foi restrita à uma classe social? Somente na cabeça de alguns "psudos idiotas"! Qualquer dia vão começar a criar cotas para determinadas classes, raças e/ou religião. Isso é apenas desculpas para baderneiros saquear, roubar e causar pânico, utilizando-se anonimato.

14/01/2014 | 20h22 Denunciar

Marco Fabricio

Apartheid? Apenas negros e pobres? Estava demorando para alguns "Filhinhos de papai da UFSC contra essa burguesia folgada e pelo fim do Apartheid no SHOPPING" Por favor, realmente coisa de quem não tem o que fazer.

14/01/2014 | 20h19 Denunciar

M.Cristina Rocha Azevedo

Maioria negra? Onde?! Negros, pardos, brancos, amarelos SEMPRE frequentaram shoppings tranquilamente. Agora, ISSO que está promovendo baderna são SELVAGENS. Não são gente que esteja civilizada, a ponto de frequentar lugares abertos ao público. Arrastão, coisa de bandido!

14/01/2014 | 19h49 Denunciar

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