Fique atento10/01/2014 | 10h57

Preços de produtos na lista de material escolar variam até 1.000% nas papelarias da Grande Florianópolis

Procon/SC chama a atenção para a ilegalidade da inclusão de itens de uso coletivo na lista

Enviar para um amigo
Preços de produtos na lista de material escolar variam até 1.000% nas papelarias da Grande Florianópolis  Lívia Stumpf/Agencia RBS
Pesquisa se baseou nos menores preços dos produtos oferecidos por sete lojas Foto: Lívia Stumpf / Agencia RBS

O Procon estadual divulgou nesta manhã uma pesquisa de preços dos materiais escolares na Grande Florianópolis. Entre 7 a 9 de janeiro, foram consultados valores da lista nas lojas Papelaria Kobrasol, Big, Havan, Americanas, Livraria Catarinense, BV Papelaria e Milium.

Com base nos menores preços encontrados em cada loja, a pesquisa identificou variações de até 1.070,5% nos valores dos produtos entre uma papelaria e outra. A diferença citada foi no preço da borracha branca, que foi de R$ 0,17 a R$ 1,99.

Entre as variações mais altas nos produtos mais baratos de cada loja, também estão a do preço do dicionário de inglês (925,7%) e a do caderno de caligrafia (892,8%).

>> Confira no link a pesquisa completa

Incluir itens de uso coletivo na lista de material escolar é ilegal

O Procon/SC chamou a atenção ainda para a ilegalidade da cobrança de itens de uso coletivo na lista de material escolar.

A lista de uma escola particular de Florianópolis, segundo o Procon, solicita, entre os 29 itens, um pacote de papel higiênico e 100 folhas de papel ofício. Outra escola pública estadual pede 200 folhas de papel sulfite A4.

O órgão informa que ambas as listas estão disponíveis para os pais em uma livraria na movimentada rua Felipe Schmidt, no Centro da Capital.

No entanto, o Procon avisa que tais itens não podem mais ser cobrados pelas escolas na lista do material escolar. A lei 12.886/2013, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, no dia 27 de novembro, proíbe a exigência dos itens de uso coletivo, como materiais de escritório ou de limpeza. Segundo a norma, a exigência é abusiva e os produtos devem ser de responsabilidade das escolas.

Comentar esta matéria Comentários (1)

Diogo

Matéria muito relativa, pois há uma infinidade de marcas, cujo valor varia de acordo com a qualidade do produto, há produtos que são praticamente descartáveis. Na minha opinião, deveriam fazer uma pesquisa mais aprofundada, ou seja, estipular produto com a marca, dai sim dá pra te parãmetros.

10/01/2014 | 13h07 Denunciar

Siga EconomiaDC no Twitter

  • EconomiaDC

    EconomiaDC

    EconomiaDCHit nos EUA, modelos de Google Glass esgotam em primeira venda ao público http://t.co/Gg9sL00Qcphá 3 diasRetweet
  • EconomiaDC

    EconomiaDC

    EconomiaDCTaxa de desemprego é a menor desde 2002, aponta pesquisa do IBGE http://t.co/MHrsbmMdf4há 3 diasRetweet
clicRBS
Nova busca - outros